
Por que descemos das árvores?
Se não tivemos nada a acrescentar,
Julgamos sermos os únicos a amar,
Mas só causamos dissabores,
Contrariamos os amores
E ainda pregamos desunião
Vemos irmão que mata irmão,
São os fatos do dia a dia
E vivemos com medo e agonia
Dos que andam de armas na mão
Construímos bombas nucleares
Com o intuito de nos proteger,
Pode-se uma batalha vencer?
Quando se destrói os lares?
Poluímos os rios e os mares
Matando plantas e animais
Somos humanos e não somos iguais
Pois nunca aprendemos a dividir
Cristo até quis insistir
Para que não fôssemos rivais
Mas o homem morre de inanição,
E outros com restos a viver,
Tendo o mundo o que comer
Por que tanta ambição?
E vivemos na ingratidão
Como se o corpo fosse eterno
Uns com trapos outros com terno
Uns com tetos outros relento
E vamos vivendo esses momentos,
Pensando no céu, e no inferno
Se continuássemos em árvores
Não teríamos o que temer
Mas aprendemos a descer
Para distribuir horrores
Construímos armas e motores
E fizemos uma devastação
Matamos baleias e pavão
Borboleta, flores e insetos
Talvez nossos filhos e netos,
Só conheçam fotos da criação
Mas construímos o avião
Para tantas vidas transportar
Cruzando os céus e o mar
Foi uma grande invenção,
Mas amarramos-lhe um canhão
Para vidas destruir
E toda harmonia consumir
Mostrando do que somos capaz
Colocamos filhos contra pais
Impedindo o ciclo de prosseguir
Descobrimos o remédio e a vacina,
Diminuindo o sofrimento e a dor,
Mas espalhamos medo e terror
Com a invenção da cocaína
Que se encontra em qualquer esquina,
Com um bandido ou com um soldado
Cada um mais qualificado
Confundindo suas profissões
Não sei mais quem são os ladrões
Nem quem está do nosso lado
Fizemos das crianças um objeto,
Trocamos seus brinquedos de infância
E as usamos com ganância
Tornando seu futuro incerto
E com o seio descoberto
Temos adolescentes nas esquinas
Fazendo do corpo matéria-prima
Que depois é jogado ao solo
Meses depois um filho no colo
Vai seguir sua mesma sina
Seria uma grande evolução
Se aprendêssemos a nos amar
Não matar mais por matar,
Ainda vivo dessa ilusão
De olhar nos olhos do irmão
Sem me sentir diferente
Ser o fruto e a semente
Vivendo sempre em harmonia
Mas quando chegasse esse dia
Eu seria macaco, e não mais gente
Se não tivemos nada a acrescentar,
Julgamos sermos os únicos a amar,
Mas só causamos dissabores,
Contrariamos os amores
E ainda pregamos desunião
Vemos irmão que mata irmão,
São os fatos do dia a dia
E vivemos com medo e agonia
Dos que andam de armas na mão
Construímos bombas nucleares
Com o intuito de nos proteger,
Pode-se uma batalha vencer?
Quando se destrói os lares?
Poluímos os rios e os mares
Matando plantas e animais
Somos humanos e não somos iguais
Pois nunca aprendemos a dividir
Cristo até quis insistir
Para que não fôssemos rivais
Mas o homem morre de inanição,
E outros com restos a viver,
Tendo o mundo o que comer
Por que tanta ambição?
E vivemos na ingratidão
Como se o corpo fosse eterno
Uns com trapos outros com terno
Uns com tetos outros relento
E vamos vivendo esses momentos,
Pensando no céu, e no inferno
Se continuássemos em árvores
Não teríamos o que temer
Mas aprendemos a descer
Para distribuir horrores
Construímos armas e motores
E fizemos uma devastação
Matamos baleias e pavão
Borboleta, flores e insetos
Talvez nossos filhos e netos,
Só conheçam fotos da criação
Mas construímos o avião
Para tantas vidas transportar
Cruzando os céus e o mar
Foi uma grande invenção,
Mas amarramos-lhe um canhão
Para vidas destruir
E toda harmonia consumir
Mostrando do que somos capaz
Colocamos filhos contra pais
Impedindo o ciclo de prosseguir
Descobrimos o remédio e a vacina,
Diminuindo o sofrimento e a dor,
Mas espalhamos medo e terror
Com a invenção da cocaína
Que se encontra em qualquer esquina,
Com um bandido ou com um soldado
Cada um mais qualificado
Confundindo suas profissões
Não sei mais quem são os ladrões
Nem quem está do nosso lado
Fizemos das crianças um objeto,
Trocamos seus brinquedos de infância
E as usamos com ganância
Tornando seu futuro incerto
E com o seio descoberto
Temos adolescentes nas esquinas
Fazendo do corpo matéria-prima
Que depois é jogado ao solo
Meses depois um filho no colo
Vai seguir sua mesma sina
Seria uma grande evolução
Se aprendêssemos a nos amar
Não matar mais por matar,
Ainda vivo dessa ilusão
De olhar nos olhos do irmão
Sem me sentir diferente
Ser o fruto e a semente
Vivendo sempre em harmonia
Mas quando chegasse esse dia
Eu seria macaco, e não mais gente

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