domingo, 21 de novembro de 2010

Poema do Aparecer


Talvez eu demore a aparecer,

Mas talvez eu sempre esteja

Na flor de um novo amanhecer

Entregando-te a aurora numa bandeja

E se meu corpo for esquecido

Que meus atos sejam eternos

Para que nunca seja adormecido

Meu carinho por você tão fraterno

Se eu adormecer

Se eu demorar

Se acontecer

De nada constar

Lembre que o tempo

O tempo...

É um eterno esperar

Das águas e luas

Das luzes, dos mares

Eu sempre serei em você

Flor do amanhecer

Quando a lembrança chamar

Kaká Bahia e Victor Fidel

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