
Se minha porção mulher se aflorasse
E devorasse o homem que sou eu
Não seria maior ou menor
Apenas seria eu
Não agradaria mais uma menina
Não agradaria mais um rapaz
Mas encontraria em mim a paz
Não seria metade ou disperso
Será como um todo
Seria completo
E não cobraria de mim mesmo
Julgar entre o torto ou certo
Passaria a ser um ser do mundo
E não teria medo de errar
Seria grandioso e puro
Assim como um deserto
Onde sobrevive o mais esperto
Ou quem a ele se adaptar
E devorasse o homem que sou eu
Não seria maior ou menor
Apenas seria eu
Não agradaria mais uma menina
Não agradaria mais um rapaz
Mas encontraria em mim a paz
Não seria metade ou disperso
Será como um todo
Seria completo
E não cobraria de mim mesmo
Julgar entre o torto ou certo
Passaria a ser um ser do mundo
E não teria medo de errar
Seria grandioso e puro
Assim como um deserto
Onde sobrevive o mais esperto
Ou quem a ele se adaptar
(Essa poesia foi feita quando assistia uma parada gay, quis ser o mais autentico possível, retratando apenas a naturalidade do fato, batizei de Cinza por ser a soma das duas cores, branco e preto)

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