
Quantos beijos deixei de te dar
Quantos afagos são amargos por faltar
Ainda te vejo criança a correr
E os meus braços não te darei no altar
É tão duro da morte eu morrer
E um pedaço de eu acabar
Onde andas teu sorriso
Daí me a lembrança que preciso
Não me dengue não me dengue não me dengue
Fez o meu dengo agora descansar
Levando contigo um pedaço de mim
E essa parte sempre vai faltar
Mas não vou parar minha percussão
Vou botar no tambor toda minha dor
Como se fossem voltar, às batidas do seu coração
Não me dengue não me dengue não me dengue.
(foi o que bateu em mim logo ao saber que a dengue levou a filha do nosso artista Val Macambira)
Quantos afagos são amargos por faltar
Ainda te vejo criança a correr
E os meus braços não te darei no altar
É tão duro da morte eu morrer
E um pedaço de eu acabar
Onde andas teu sorriso
Daí me a lembrança que preciso
Não me dengue não me dengue não me dengue
Fez o meu dengo agora descansar
Levando contigo um pedaço de mim
E essa parte sempre vai faltar
Mas não vou parar minha percussão
Vou botar no tambor toda minha dor
Como se fossem voltar, às batidas do seu coração
Não me dengue não me dengue não me dengue.
(foi o que bateu em mim logo ao saber que a dengue levou a filha do nosso artista Val Macambira)

Nenhum comentário:
Postar um comentário