Com nexo Eu fiz sexo Você côncavo Eu convexo Como eu fiz O que você quis Pintei de giz O que condiz Você sem roupa Eu vejo a polpa Te deixo louca Me alisa a louça E em ti me agarro Como a flor e o jarro
Kaká nasceu em Jequié sudoeste da Bahia. Como qualquer criança normal do interior aprontou de tudo, e de tudo fez um pouco, jogou gude, empinou pipa, caçou com badoque, brincou na lama, tomou banho de bica, jogou infique, brincou de garrafão, esconder currião, pau de bosta, baleado, desligou contador de energia, colocou bomba debaixo de latas, fez guerra de mamona, e fazia cachimbo com o talo da mamona para fumar escondido, brincava de patinete, quando faltava luz colocava uma vela dentro da lata de neston e dizia que era uma lanterna, roubava do vizinho, manga, goiaba, tamarindo, catou alumínio, cobre, zinco e garrafas para vender, comprava apolo e broa com o dinheiro, fez parque de carteira de cigarros. Fazia carro com faxina, pneu com sandália japonesa, e gabine com litro de óleo salada ou mazola, tem é coisa hem???) e foi nessa infância vivendo e convivendo com amigos que lhe inspira hoje muito do que escreve. Definido pelos amigos e admiradores como Poeta, Kaká Bahia escreve poesias simples, essas poesias não tem um padrão, são feitas em momentos, lugares e horários distintos. Bateu na cabeça ele escreve na mesma hora, nem tudo sai bom, nem tudo é ruim, poesia é assim.
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