
Poetas finos como a linha que costura,
Que une amargo com amargura,
E que entorta a linha do trem,
Poetas mortos, poetas conhecidos e esquecidos
Que dos meios de comunicação foram banidos
Por não querer rimar amor com dor,
Solidão? Compaixão.
Poetas que sobre o ferro da tortura
Nunca perderam a ternura,
E andam com suas penas em comunhão,
Poetas quer riem da própria desgraça
E com rimas fazem a graça
Para louvar o amanhecer,
Poetas, poetas, POETA!
Tens a palavra como meta,
E como o arco e a flecha,
Juntos se completam.

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