
Quis ser poeta de brincadeira
E fiz a besteira de aprender compor,
Nunca rimei amor com dor,
Nem solidão com paixão
Por isso não fui sucesso
Mas juro que não regresso
Nem desonro meu sertão
Tenho a firmeza da mão
E o doce desse afeto
De carregar no coração
A poesia e o incerto
Pode ser no mar ou no deserto
Não desisto nunca, não
Vou carregando esta lida
Tanto justo quanto linda
Igual a asas de borboleta,
E se for pra me trair
Deixo tudo aqui
Como se nunca tivesse nascido
Prefiro ser esquecido
Ser um qualquer um indigente
Do que ser a semente
Da porcaria que essa gente
Tomou como musica de amor
E carrego esse horror
Bem no fundo do meu peito,
Como se nunca tivesse jeito
Como se acabasse tudo em dor
E fiz a besteira de aprender compor,
Nunca rimei amor com dor,
Nem solidão com paixão
Por isso não fui sucesso
Mas juro que não regresso
Nem desonro meu sertão
Tenho a firmeza da mão
E o doce desse afeto
De carregar no coração
A poesia e o incerto
Pode ser no mar ou no deserto
Não desisto nunca, não
Vou carregando esta lida
Tanto justo quanto linda
Igual a asas de borboleta,
E se for pra me trair
Deixo tudo aqui
Como se nunca tivesse nascido
Prefiro ser esquecido
Ser um qualquer um indigente
Do que ser a semente
Da porcaria que essa gente
Tomou como musica de amor
E carrego esse horror
Bem no fundo do meu peito,
Como se nunca tivesse jeito
Como se acabasse tudo em dor

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