domingo, 8 de novembro de 2009

Poema a Cinco Mãos


Sobre a sobra da amendoeira
Descansei minha alma maneira
E me perdi no instante e no tempo
Tenho em sonhos a noite estradeira
Que se aproximava em outro sorriso
A vida não tem métrica
Tem rima
O rio não tem seta,
Tem sina
Sou uma gota contendo o oceano
Não preciso de tema
Se tenho violão, gaita, amigos
Poesia e muita musica boa
Não sou vagabundo e nem vivo a toa
O presente é o maior presente
Aqui agora é tudo
De quem é o mundo?
É nosso!
De quem é o sonho?
É nosso!
E a rima é a vida
E fiz desses versos cantiga
Lembrando de amizades antigas
Que tornam esses momentos eternos.

Tem esse nome por ter sido feito com todos esses parceiros, na verdade isso já é uma quadrilha.

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